quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Bom Inicio de Semestre!


FPIE!!!

Não sei o que fizeram o verão passado, mas é bom que façam alguma coisa neste Outono! Reminiscência do passado, o rei manda! Mexam-se seus amorfos, gloriosos zombies das revisões bibliográficas, que decoram sem propósito valorável! Dissecam Honra, mas vivem vidas sem sal… Honra… Vale a pena sofrer? Sim, por uma REVOLUÇÃO INTELECTUAL! Não procurem desse tipo de autoridade, se bem que oferta não vos falte.

Juntem-se a nós e esbracejem ou conformem-se e sejam mais um filisteu.

Labor Mentis,
G.B.

sábado, 25 de junho de 2011

R.G.A... R.G.What?

Passou pouco mais de um mês após aquilo a que muitos de vós apelidaram de Reunião Geral de Alunos. Foi tudo e nada, um despique de interesses conjugado com balbúrdia, faltas de respeito e sobretudo vergonha.
Mais rapidamente comparava o que se passou a uma qualquer tasca pobretana e sem respeito. Muitas ideias falseadas pelas suas condicionantes muito próprias, muitos super egos a exaltarem-se e pouco discernimento.

Acordem e vejam... o resultado de várias horas de diarreia mental foi acabar em concordância. Que sirva de lição...

Tudo e nada, p'ra nada!

Labor Mentis,
O.M.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Informação representativa & representação informativa

 
Teatro e café. Café talvez não esteja correcto. Uma bica, teatro e uma bica. Se bem que ainda assim bica não é o ideal. Jornal parece-me mais apropriado. Teatro e jornal.

Não será certamente um teatro de camarins e cenários, de mitos, história e guiões estudados. Mas terá com certeza uma encenação, uma qualquer essência de representação de algo. Não deixa de ser, portanto, teatro. É-o e muito, porque é disso mesmo que esta arte trata.
E o teatro pode também ser fatal. FATAL. Não no sentido lato da palavra, nem tão pouco associado ao instinto de pensar num sexy cruzar e descruzar de pernas. Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa, é disso que estou a falar. Como o próprio nome diz, é um festival que existe todos os anos no mundo académico, apenas dedicado ao teatro. E desengane-se quem pensa que é uma coisa sombria numa qualquer cave. É um festival com categoria, condições, apresentações em vários locais de Lisboa e grupos de todos os pontos do país, e até de Espanha! Upa upa. Mais importante que isto: o núcleo de teatro da nossa FPIE vai participar no festival com uma peça da autoria do próprio grupo. Escondidos, mas não parados.
O mesmo não posso afirmar tão convictamente em relação ao jornal. Temo que, para além de escondido, esteja parado. Tanto quanto se sabe, não há planos para novas edições. Pelo menos planos, que num futuro próximo, se vejam realizados. Por vezes é fácil ter as ideias e, especialmente, as intenções, mas não é assim tanto levá-las avante. Não estou a par da existência das ideias e muito menos da realização destas. Mas quem sabe se é possível que nos estejam a preparar uma surpresa jornalística académica. Na verdade, lamento dizer que duvido, no entanto gosto sempre de manter a chama da esperança acesa, sempre se disse que é a última a morrer. Só espero não morrer à espera de a ver perdurar para dar os seus frutos, se é que me entendem.
Eles existem, o teatro e o jornal. Quantos de vós sabiam? Ninguém? Ah, uma pessoa. Mais uma ou outra. Algumas, um pequeno grupo. Menos do que seria desejável. Afinal, parece que existem tanto como outros que por aí estão conhecidos por todos! E estes, coitados, ora escondidos, ora parados.

É uma bica para ver durante o ensaio geral, faz favor.

                                                                                   
                                                                          Labor Mentis,
I.Q.